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sábado, 26 de novembro de 2011

Da Cracolândia para o Coral da Cristolândia

Cerca de 200 ex-viciados formam o conjunto comandado pelo maestro Roberto Minczuk, titular da Orquestra Sinfônica Brasileira

PAULO SAMPAIO - O Estado de S.Paulo

Dependente de LSD e de todo tipo de psicotrópico desde jovem, Ailton da Silva Ferreira, de 52 anos, que já tinha chegado ao crack, considera-se recuperado há dois anos. Francis Almeida, de 36, que foi da maconha à cracolândia em uma década, também conta uma história de final feliz. Hideraldo Pussick Laval, de 34, entrou no vício há três anos, recém-chegado de Guiné-Bissau, e se diz "limpo" há 1 ano e 8 meses.

Os três fazem parte do Coral da Cristolândia, conjunto formado por 200 ex-viciados recolhidos na cracolândia, centro de São Paulo. Sob a batuta do maestro Roberto Minczuk, regente titular da Orquestra Sinfônica Brasileira, eles apresentam amanhã o Coral das Luzes na Praça Princesa Isabel, também no centro.
O programa de recuperação de viciados é uma iniciativa da Primeira Igreja Batista de São Paulo, cujo templo fica na própria praça, a menos de 500 metros da cracolândia. Livres das drogas, Ferreira e seus companheiros se dizem agora "viciados em Jesus". Eles enchem os pulmões para cantar em altos brados versos como "Senhor, eu sou livre para te adorar".
Muito agradecido à Igreja, que tem 3 milhões de fiéis no Brasil, Laval diz que, em seu tempo de cracolândia, a Prefeitura não fazia "nada de representativo para recuperar os viciados". "Passavam expulsando a gente."
O maestro Minczuk, que é evangélico, acredita que sua participação no concerto "é pequena, em comparação com o resgate de vidas que os voluntários vêm realizando". "Sou paulistano, moro na Praça Roosevelt, no centro da cidade, e estou muito próximo da realidade dura dos viciados em crack."
'Radicais'. Soraya Machado, de 46 anos, coordenadora do projeto, explica que trabalha com um grupo de 14 "radicais", como são chamados os jovens voluntários de todo o País que vão à cracolândia tentar recuperar viciados. "Primeiro, nós os atraímos para um café da manhã. O alimento é uma ferramenta importante", diz ela, que estima em 300 o número de ex-viciados que hoje são fiéis da Igreja, 80% deles homens.
Entre o café, a recuperação em clínicas parceiras e reabilitação social dos ex-viciados, o pastor Paulo Eduardo Vieira, de 48 anos, presidente da Igreja, diz que já foi gasto R$ 1 milhão. Não há colaboração de órgãos públicos. "São só donativos de fiéis", conta.

sábado, 16 de julho de 2011

Juventude Missionária

O sudoeste goiano será impactado pela força jovem dos missionários voluntários que foram enviados pelos batistas brasileiros para as cidades de Jataí, Cachoeira Alta, Portelandia, Rio Verde (  Bairros de Dom Miguel, Canaã, Jardim Presidente e Gameleira) , Acreúna, Aparecida do Rio Doce, Santa Helena e Santo Antonio da Barra onde permanecerão até o dia 30 pregando o Evangelho de Jesus Cristo.
Durante o treinamento pudemos ver o quanto Deus tem sido presente no coração de cada voluntário dando compaixão pelos perdidos.
Pedimos a todos que intercedam por estes servos do Altíssimo que doaram mais do que suas férias para esta obra, eles doaram a própria vida.

 

domingo, 30 de janeiro de 2011

Aconteceu no Pará - "Paquinha' mata "Índio' por causa de tatu

Link da matéria no jornal
"Polícia

Ninguém conseguiu explicar que tipo de cachaça o lavrador Valdir Fernandes Moreira de 38 anos conhecido como Paquinha “fumou” para tirar a vida do seu melhor amigo de copo, conhecido como “Índio”, fato ocorrido no travessão do Zero no município de Uruará, região sudoeste do Pará.

O crime aconteceu após um dia de trabalho duro numa lavoura de cacau, onde trabalhavam os “amigos” e que depois da labuta passaram a ingerir algumas garrafas de cachaça “da boa”, mas sem aquele tradicional tira-gosto comum neste tipo de bebedeira.

Os investigadores Sílvio, Alex e José Tadeu, informados do crime, conseguiram prender em flagrante delito “Paquinha”, que ainda estava em estado etílico avançado e que, depois de curar a “carraspana”, detalhou até onde se lembrava do que fez com o amigo de copo.

Ele contou ao delegado Manoel do Espírito Santo que depois de quatro horas ingerindo a “pura”, convidou outro amigo conhecido como “Otávio” para irem a seu barraco comerem um “tatu”, que Índio teria caçado, mas ao chegarem no local “Índio” se recusou a dividir a caça com o convidado do amigo, começando uma discussão.

Como os homens estavam embriagados, o desforço físico foi uma questão de tempo e “Índio” desferiu um cruzado de esquerda no rosto do acusado, que revidou desferindo uma certeira facada no tórax do “colega de copo”, atingindo-lhe o coração e matando-o instantaneamente.

Sem ter como fugir, o acusado permaneceu no barraco enquanto vizinhos comunicavam a Polícia Civil, que o encontrou ainda no interior da casa, velando o corpo do amigo que acabara de assassinar. (Diário do Pará)"


ELES ERAM GRANDES AMIGOS E TERMINARAM ASSIM POR CAUSA DO ÁLCOOL, ATÉ QUANDO SERÁ ASSIM.